iPhone 17 Pro Max é o bonzão mesmo? Experiência de um usuário Android

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O iPhone 17 Pro Max é o grandão da linha avançada da Apple. Um aparelho super desejado e caro, especialmente no Brasil. É também a primeira vez que eu uso, como principal, um iPhone desse degrau mais alto da marca. A ideia aqui é contar minha experiência real, a partir do olhar de alguém que prefere Android, mas que há anos faz pit stops frequentes no iOS.

Quando me perguntam qual sistema eu prefiro, iOS ou Android, a resposta rápida continua sendo Android. Os aparelhos que ficam mais tempo comigo como principais quase sempre usam o sistema do Google. Ainda assim, nos últimos anos, testei iPhones com bastante consistência: 8 e 8 Plus, 11, 12 mini, 13 mini, 14 e 14 Plus, depois 15, 16 e 16 Plus. Até que finalmente cheguei ao 17 Pro Max, tanto pra entender a geração 17 quanto pra ver como é viver com o “topo do topo” da Apple.

O preço é alto, não tem como fugir disso. Mesmo tendo conseguido o aparelho em uma promoção, abaixo dos valores usuais, continua sendo um produto inacessível pra maioria das pessoas no Brasil. Aproveito só pra reforçar: quem quiser acompanhar boas oportunidades de iPhones, Androids, notebooks e eletrônicos em geral, eu mantenho canais gratuitos no WhatsApp e no Telegram onde compartilho promoções que realmente valem a pena, em lojas seguras e confiáveis.

Logo no primeiro contato, fica claro que o 17 Pro Max é um aparelho grande. Grande de verdade. Ele é volumoso, pesado e chama atenção no bolso e na mão. Inclusive, me pareceu mais robusto que o Galaxy S25 Ultra que usei boa parte do ano passado, e cresceu em relação ao 16 Pro Max também. Pra mim, isso só faz sentido se vier acompanhado de boa bateria e resistência — e nesse ponto ele entrega.

A sensação de durabilidade é boa, embora existam relatos de descascamento em algumas bordas, especialmente ao redor do módulo de câmeras. A construção combina alumínio com um recorte traseiro em vidro. Visualmente, é um design que divide opiniões. Não acho fácil olhar e chamar de “bonito” sem considerar todo o contexto e o fetiche que existe em torno dos iPhones. A cor laranja, por exemplo, causa estranheza no começo, mas com o tempo passa a ter seu charme. Pra muita gente, inclusive, ela virou o símbolo visual da geração 17. Não por acaso, capinhas transparentes fazem sucesso pra destacar justamente essa cor.

E sim, as pessoas percebem. Não foram poucas as vezes que ouvi algo como “tá com o 17 Pro Max, né?”. Muita gente associa o termo “Pro Max” automaticamente ao máximo de qualidade, acima até do “Pro”, ignorando que o “Max” diz respeito basicamente ao tamanho — mais tela e mais bateria. O melhor tamanho depende muito do perfil de uso.

No dia a dia, o desempenho é exatamente o que se espera: tudo rápido, fluido e consistente após mais de duas semanas de uso. O iOS 26 trouxe essa interface com elementos que simulam vidro e transparências. Achei ok. Bem mais discreto do que as versões iniciais de teste. Nos primeiros dias, notei algumas engasgadas nas animações, mas depois tudo se estabilizou. Parece mesmo aquele período em que o sistema ainda está se ajustando, instalando apps e organizando processos.

Um ponto que continua me incomodando no iPhone é o controle de tamanho de texto e escala da interface. Ou fica pequeno demais pra minha vista, ou grande demais, mesmo numa tela OLED gigante de 6,9 polegadas. No Android, consigo ajustar isso de forma bem mais confortável.

Outra novidade recente do iOS é permitir organizar ícones na tela inicial sem obrigar tudo a ficar alinhado no topo. Funciona, mas ainda rolam bugs. Às vezes você arrasta um ícone novo e o sistema reorganiza tudo à moda antiga. Quem usa sabe como isso é estranho.

Voltar a usar a Ilha Dinâmica foi um ponto muito positivo. Essa área superior que abriga câmera e sensores mostra atividades importantes em andamento — Uber, pedidos de delivery, apps de farmácia. É um multitarefa simples, previsível e realmente útil. Já testei soluções parecidas em aparelhos da Xiaomi e da Redmi, mas nenhuma chega ao mesmo nível de consistência.

Outro ganho claro ao voltar para o iPhone é o reconhecimento facial em apps bancários. Mercado Pago, bancos e outros serviços funcionam melhor aqui. No Android, ainda passo por falhas frequentes. No iPhone, quase sempre funciona de primeira. Pra desbloquear a tela no dia a dia, porém, continuo preferindo leitor de digitais. Na cama, de manhã cedo, o Face ID nem sempre colabora com a cara inchada.

As câmeras ficam acima de qualquer suspeita. Dizer que são boas é chover no molhado. Gosto muito da tonalidade das selfies, do tratamento de cores do céu sem exageros e do equilíbrio nas sombras. É um aparelho que vai bem em praticamente qualquer cenário, inclusive à noite, sempre no modo automático. Há recursos avançados como ProRAW em vídeo e gravação direta em SSD externo, mas isso foge do meu uso.

Três pontos das câmeras me chamaram especialmente a atenção. O primeiro é o modo Cinema em vídeo, com foco dinâmico acompanhando o objeto. Isso facilitou muito gravar vídeos verticais com a câmera frontal para Shorts, Reels e TikTok. O segundo é a opção de travar o balanço de branco nos vídeos, excelente pra usar o iPhone como câmera de apoio em gravações de produtos. E o terceiro destaque vai para a câmera frontal com sensor quadrado, presente em toda a linha 17, que permite gravar em vertical ou horizontal sem girar o aparelho. Ótimo para selfies em grupo e vlogs, e algo que eu gostaria muito de ver adotado rapidamente no Android.

Falando especificamente do 17 Pro Max, dois pontos se destacaram no meu uso: temperatura e bateria. Ele esquenta pouco. Demora mais que o comum pra ficar quente na mão, mesmo em tarefas pesadas como câmera ou jogos. Só depois fui lembrar que a Apple implementou aqui um sistema de resfriamento com câmara de vapor. Primeiro veio a percepção prática, depois a ficha técnica.

A bateria é outro grande acerto. O tamanho do aparelho se justifica totalmente aqui. No meu uso comum — redes sociais, WhatsApp, YouTube, Spotify, sem jogos e sem economizar energia — foi normal alcançar algo entre 26 e 28 horas de autonomia total, com cerca de 7 a 7h30 de tela ligada. Mais do que números, é aquele tipo de celular em que o ícone de bateria demora a descer, trazendo tranquilidade no dia a dia.

No fim das contas, o iPhone 17 Pro Max é, sem surpresa, um smartphone excelente. Ele justifica o hype? Em certa medida, sim. Entrega resultado de primeira prateleira em praticamente tudo. É o melhor em todos os quesitos? Não. Mas está no pódio em quase todos, e como pacote geral é um aparelho muito garantido.

Quem já gosta de iOS e trabalha com o celular, pega um desses e está feito. A própria linha 17 como um todo veio forte. O problema, como sempre, é o preço. Falar de cinco dígitos no Brasil automaticamente exclui a maior parte da população. Dá pra fazer muita coisa parecida em aparelhos mais baratos, como um Galaxy S25 Ultra, por exemplo — e fica a curiosidade sobre o que a Samsung vai trazer nos S26.

Eu cheguei a considerar ficar com o 17 Pro Max, mas meu padrão de uso ainda casa melhor com Android. A versatilidade da câmera frontal e a qualidade de vídeo em algumas situações fazem falta, sim, e ainda não encontro isso com a mesma consistência em outros aparelhos. Pra muita gente, o hype do iPhone é insubstituível, mesmo que isso signifique parcelar pesado um modelo mais antigo.

No meu caso, considerando o uso como um todo, preciso de um Android pra ficar bem. Ainda assim, o iPhone 17 Pro Max foi um teste que me deixou muito bem impressionado.

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